O governo está a prepara-se para rever todos os acordos com parceiros privados do sector energético do país para o seu devido enquadramento legal. Esta é uma das medidas do Conselho de Ministros da última semana de Agosto findo que, da mesma forma, decidiu dissolveu o Conselho de Administração da única Empresa de Água e Energia, EMAE, no país, evocando medida de “reestruturação e saneamento” no sector.
Preocupado com a crónica crise energética, o governo diz que vai avançar com um plano de reestruturação do sector e “isso não significa que o actual Conselho de Administração seja o responsável pela crise de energia”. Trata-se de uma substituição que se “enquadra na reestruturação no saneamento que o governo vai fazer na empresa”, disse o porta-voz do Conselho de Ministros, Justino Veiga.
Sem avançar as datas concretas para a saída da actual administração da EMAE e o perfil dos futuros membros do Conselho de Administração, os próximos dias poderão ser de muita corrida aos “tachos”. Criação de uma equipa para elaborar os termos de referência de um plano director de energia para fazer vincar as medidas do governo, também faz parte dessa corrida.
A EMAE, já conheceu vários Conselhos de Administração. Nenhuma das administrações conseguiu introduzir melhorias necessárias no sector, enquanto a situação energética continua deficitária e, em contrapartida, a energia tem ficado mais cara para os consumidores. Aliás, o Conselho de Ministro reconheceu isso mesmo quando torna público dizendo que a situação energética deficitária não é da responsabilidade da Administração da Empresa.
A iluminação pública nalguns postes espalhados pela capital, disfarça-se no apagão já característico de várias zonas do país. Dia sim, dia não, é assim a distribuição de energia eléctrica aos serviços públicos, empresas e residências habitacionais dos são-tomenses.
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